Lead Energy aumenta o faturamento em 270% em 2025

Lead Energy, startup que reduz a conta de luz dos brasileiros por meio de energia sustentável ao migrar empresas para o Mercado Livre de Energia e gerir os seus parâmetros contratuais junto às distribuidoras, projeta encerrar 2025 com um salto em sua operação. A empresa ampliou em 270% o faturamento bruto, alcançando R$ 100 milhões em contratos de energia renovável vendidos, além de captar R$ 2 milhões, sendo R$ 1 milhão via financiamento pelo Desenvolve SP-FINEP inovação e pesquisa e R$ 1 milhão com 17 investidores via Anjos do Brasil. A expansão também foi acompanhada pela consolidação de sua tecnologia proprietária, que digitalizou toda a jornada do cliente no processo de migração para o mercado livre, desde a venda, implantação e pós-venda, com inclusão, por exemplo, de funcionalidades como cashback para indicação de clientes. Além disso, o programa de afiliados criado pela empresa já conta com mais de 2 mil participantes que utilizam de tecnologia e processos robustos para apoiar os clientes a reduzirem a conta de luz.

Segundo Raphael Ruffato (foto), fundador e CEO da Lead Energy, o ano foi decisivo para posicionar a empresa como referência nacional em inovação energética. “Este ano marcou a validação do nosso modelo de negócio. Escalamos a operação, ampliamos nossa visibilidade institucional e fortalecemos nossa base tecnológica. O crescimento de 270% somente em 2025 demonstra que estamos no caminho certo para democratizar o acesso à energia limpa no Brasil”, afirma.

Raphael Ruffato
Fundador e CEO da Lead Energy

Retrospectiva de avanços estratégicos

No último ano, a startup avançou em frentes estratégicas que reforçaram sua governança e posicionamento no mercado. A empresa contratou Alexandre Viana da Envol, para apoiar no plano estratégico e criou um conselho consultivo formado por seis nomes de destaque, incluindo três executivos experientes do setor de energia, Daniel Faria Costa, Ricardo Lima e Solange David, que já ocuparam cargos de liderança em grandes companhias do segmento e três executivos de fora do setor, Diego Caravaca Alvarez, atual CEO da Depyl Action, Ricardo Donner, fundador da Nexo CS e Italo Sabo, sócio-proprietário da ICS Advisory. 

No mesmo período, firmou parceria com uma distribuidora de energia, que visa realizar testes com a solução da startup pensando na abertura do mercado para a baixa tensão e foi selecionada pelo programa BNDES Garagem como uma das 50 startups de impacto que serão aceleradas entre as mais de 1.800 inscritas. 

A Lead Energy também marcou presença em agendas relevantes da COP30, participando de encontros com líderes do setor de energia de vários países do mundo. Segundo o CEO, esses marcos elevam a maturidade institucional da empresa: “Ter um conselho de alto nível e o reconhecimento de instituições como o BNDES e a FINEP acelera nossa capacidade de executar grandes projetos e fortalece a credibilidade da Lead Energy no ecossistema”, afirma Ruffato.

Projeções e metas

Para 2026, a Lead Energy projeta crescer exponencialmente impulsionado pela entrada no mercado de baixa tensão, segmento que abrange pequenos consumidores como salões de beleza, padarias, armazéns e comércios de bairro que totalizam mais de 7 milhões de clientes.

O plano estratégico para o ano envolve  intensificar ações de marketing digital pensando na abertura do mercado, ampliar a rede dos mais de 2 mil afiliados cadastrados, aprimorar a tecnologia para incluir serviços como auditoria e gestão de faturas de energia e expandir o portfólio de produtos para que qualquer consumidor possa adquirir energia com economia e um serviço moderno alinhado às expectativas do século XXI. “A decisão de colocar o cliente no centro da estratégia e usar a tecnologia para enriquecer a sua experiência no setor elétrico já está trazendo os primeiros resultados. Quando analisamos os cases de sucesso em países como Alemanha e Reino Unido, fica claro que estamos no caminho certo”, projeta o CEO.

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