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Artigo – Liderança digital

CASO A CABEÇA NÃO ASSUMA AS AÇÕES QUE SÃO INERENTES ÀS SUAS RESPONSABILIDADES, PODERÁ CONDENAR O CORPO A SEGUIR RASTEJANDO NAS SAVANAS DO MERCADO OU SER PRESA FÁCIL DE ALGUM NOVO PREDADOR.

Artigo por SAMUEL FELÍCIO – Mentoria & Consultoria Em Transformação Digital.

Como dizia o grande gênio da humanidade, Albert Einstein, “A imaginação é mais importante que o conhecimento”. Isso porque nosso conhecimento está circunscrito ao universo das coisas que sabemos. A imaginação, não. Os nossos ancestrais se diferenciavam dos demais animais por terem a capacidade de imaginar coisas criando realidades “subjetivas”, mitos e assim, motivavam a si mesmos e aos outros na busca por um conhecimento que ainda não possuíam.

Isso tudo acontecia dentro do campo da imaginação, na cabeça e não no res- tante do corpo. Se os pés e não o cérebro fossem os responsáveis por nos levar a buscar novas fontes de alimentos ou ambientes menos agressivos, seguramente estaríamos ainda hoje rastejando pelas savanas africanas em busca de comida, ou como presas fáceis de algum predador.

Os pés, assim como os demais membros, são ferramentas poderosíssimas para a execução daquilo que primeiramente é imaginado em nossas mentes. Da mesma maneira, não se pode delegar a uma organização aquilo que só sua liderança pode fornecê-la: Propósitos, Visão de futuro e Estratégia. No mundo da economia digital, necessitaremos mais do que nunca de lideranças corajosas que estejam dispostas a imaginar soluções para problemas que ainda sequer dispomos de conhecimento para resolvê-los plenamente.

Como ficarmos indiferentes aos problemas relacionados aos desequilíbrios econômicos sociais derivados de super- população, falta de educação e saneamento básico homogêneos? Doenças velhas e novas que continuam nos flagelando? Uso descontrolado dos recursos naturais que podem colocar em risco a própria sustentabilidade do planeta? Isso sem falar sobre questões filosóficas e éticas que estão nos desafiando, tais como os conceitos de democracia, liberdade, igualdade, direitos humanos, privacidade, pátria, nação?

Estamos expostos a uma imensidão de dados e novas percepções que ao mes- mo tempo que trazem muitos novos Apps e soluções disruptivas, acabam por jogar contra a parede todo um modo de pensar e acreditar. Bem, como disse anteriormente, aos líderes caberá a tarefa de propor caminhos que inspirem todo um “ecossistema” a se engajar na construção de soluções que resolvam, se não totalmente, uma grande parte dos problemas cruciais da humanidade.

Um enunciado proposto por outro gênio da humanidade, há mais de 400 anos, chamado Isaac Newton, preconizava sua primeira lei fundamental da física: “Todo corpo tende a permanecer no estado em que está ou em movimento retilíneo uniforme”. A chamada lei da inércia define bem uma característica presente em pessoas ou organizações das mais variadas matizes nos dias de hoje. E eu pergunto, como permanecer como está num mundo que se modifica numa velocidade espantosa a cada dia? Como manter um movimento retilíneo e uniforme quando o surgimento exponencial de novas tecnologias cria novos padrões de comportamento, modifica os gostos, costumes e preferências de novas gerações de consumidores a todo o momento?

O mais interessante é que Newton conclui dizendo que esse estado de permanência se manterá até que “uma força externa venha a alterar esse estado de coisas”. Newton nunca foi tão atual!

Muitas forças externas estão alterando as condições de equilíbrio e sucesso de muitos empreendedores e executivos, profissionais orgulhosos de seus feitos passados. Os efeitos dessas forças são perda de participação de mercado e de relevância em sua proposta de valor; margens decrescentes (quando não negativas); insatisfação e falta de engajamento de colaboradores, fornecedores e clientes “infiéis” que buscam alternativas por qualquer preço.

Vejo lideranças, por vezes cansadas, por outras tímidas diante do desafio trazido por esse novo tempo. Acabam por exigir demais de seus colaboradores sem conseguir inspirá-los, como corpo que são, a buscar o conhecimento e principalmente encorajá-los a sair da “zona de conforto”. Não conseguem explicitar-lhes o propósito que perseguem como empresa. Às vezes, lhes falta mais que o conhecimento, falta-lhes o estímulo imaginativo. Por não terem ideia de como reinventar a si mesmos ou aos seus negócios, procuram o esconderijo pouco seguro de seguir em “movimentos retilíneos e uniformes” baseados em continuar fazendo tudo o que já foi feito.

Esse estado de comodismo não lhes permite nem ao menos tentar construir uma visão de futuro que direcione os melhores esforços da sua equipe para entregarem produtos e serviços que além de encantar clientes, venham resolver os reais problemas da sociedade, como descritos acima.

Tive um gerente que sempre me dizia: “A estupidez é escalar, mas a inteligência é uma grandeza vetorial”. O fato de gerenciar uma equipe de pessoas individualmente competentes e preparadas pode não significar necessariamente resultados excelentes e desejados. Equipes com pessoas menos preparadas, mas que estejam comprometidas e alinhadas no mesmo senso de direção, poderão entregar resultados que superem em muito o de equipes nas quais a inteligência e capacidade são anuladas pelo individualismo, competitividade predatória, desonestidade, falta de transparência etc.

E quem, senão a liderança, poderá funcionar como catalizador das aspirações e propósitos de toda a organização? A verdadeira liderança deverá ser a materialização de toda a proposta de valor oferecida aos seus clientes e a expressão máxima dos valores que são exigidos na organização. Sua empresa é inovadora? Então, a liderança é rápida, transparente e corajosa. Está comprometida com as pessoas? Veremos pela forma como seus colaboradores são treinados e empoderados à tomada de decisão. É inclusiva e respeita a diversidade? Isso poderá ser ratificado pela visualização da sua composição em relação às várias identidades e gêneros dos funcionários. Possui consciência ecológica ambiental? Saberemos pela forma como tratam seus rejeitos industriais, gastam energia, buscam de forma constante minimização do uso de recursos naturais, uso contínuo de tecnologias mais eficientes.

Enfim, assim como a cabeça é quem imagina as coisas para que o restante do corpo busque o conhecimento que permita a realização do que foi imaginado, é a liderança das organizações sociais que deverá propor a nova visão do mundo no século XXI.

A nova liderança digital não significa nada mais do que um chamamento para que os verdadeiros líderes retomem a curiosidade infantil, esvaziem seus copos cheios de muito passado e sucesso, sejam humildes diante do que ainda não conhecem com uma mente aberta para reaprender, e acima de tudo, comecem a imaginar como será o ecossistema em que atuam, para que o corpo possa executar as ações necessárias para chegar lá. Caso a cabeça não assuma as ações que são inerentes às suas responsabilidades, poderá condenar o corpo a seguir rastejando nas savanas do mercado ou sendo presa fácil de algum novo predador.

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