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Transformação Digital

Evolução do mercado leva cada vez mais empresas a aderirem à atuação virtual, através de recursos como os aplicativos. Sucesso da estratégia depende de proximidade com o usuário e da premissa de atender suas necessidades.

Em grande parte do planeta, os aplicativos vêm se tornando uma companhia cada vez mais presente na vida da população. Através desse tipo de ferramenta é possível pedir comida, chamar um táxi, falar com a operadora de telefonia, fazer compras em lojas online ou escolher o melhor percurso para escapar do trânsito.

Acompanhando essa tendência, percebe-se também uma crescente disponibilização de aplicativos por parte das companhias que atuam no setor eletroeletrônico, sejam elas fabricantes, distribuidores e revendedores ou concessionárias de energia.

O conteúdo normalmente ofertado inclui desde material técnico de apoio (catálogos, ferramentas de cálculo, tabelas, apostilas, etc.) até a realização de visitas virtuais às instalações das empresas, passando pela solicitação de serviços.

Nesta matéria procuramos ouvir a opinião de especialistas sobre a importância e os benefícios de uma empresa disponibilizar um aplicativo para o cliente e também qual é o planejamento necessário para que se obtenham os resultados esperados.

Primeiramente convém esclarecer que aplicativo é um sistema de software para equipamentos pessoais, tais como tablets, computadores e celulares, que realiza funções específicas, de forma prática e interativa com seus usuários, por meio da internet. Normalmente esse tipo de solução visa agregar valor ao usuário final de alguma maneira – entregando conteúdo exclusivo ou fornecendo entretenimento, por exemplo.

Vamos às reflexões. Em quais casos a disponibilização de um aplicativo por parte de uma empresa pode ser uma boa estratégia? Ou seja, para que tipo de negócio/companhia seria interessante ter esse tipo de ferramenta?

Conforme explica Hugo Ferreira, CEO da Nano Incub – empresa de inovação digital focada no desenvolvimento de soluções web e mobile -, um aplicativo pode servir basicamente para duas coisas.

1. Para ser um produto, em si, no qual o cliente final faz o acesso, consome algo através da ferramenta e tem sua experiência no app totalmente independente de outro sistema (como os apps de redes sociais, de cálculo, de táxi ou de troca de mensagens).

2. Para fazer parte de um ‘sistema maior’, ou seja, de uma ‘plataforma’, tendo uma função muito mais de ‘consumo de informações e conteúdo’ do que de interação entre usuário e aplicativo.

Sendo assim, prossegue Hugo, empresas que fornecem algum tipo de serviço podem criar um app para facilitar aos seus clientes o acesso a relatórios resumidos e o recebimento de notificações sobre sua operação, ser um guia informativo sobre o uso de seus produtos/serviços, disponibilizar mecanismos de cálculo e ser uma central de consulta de conteúdo ou análise de dados que vêm de uma base central (normalmente online). “Além disso, existem diversas empresas em que a ‘entrega de seu serviço’ pode ser parte presencial e parte digital. Nesses casos, vale a pena analisar a entrega desse serviço através de um aplicativo mobile”, complementa o especialista da Nano Incub.

Bruno Maranhão, especialista em inovação e consultor fundador da Ventana Consultoria, analisa a tendência crescente do uso de aplicativos sob dois pontos de vista distintos. Primeiramente ele reconhece a importância desse movimento para o processo de inovação das empresas, que, ao disponibilizarem esse tipo de ferramenta, desenvolvem maior contato e interação com seu público-alvo, sinalizando um avanço na transformação digital. “Quanto mais empresas tiverem seus aplicativos pode significar que mais empresas estariam no caminho dessa transformação”, entende.

Por outro lado, prossegue Bruno, é preciso observar a efetividade desse movimento, pois eventualmente pode tratar-se de uma tentativa da empresa de se mostrar em transformação, no entanto, na prática, seu app pode gerar pouca ou nenhuma interação com seus clientes, conotando assim uma transformação “de fachada”.

O executivo da Ventana Consultoria concorda que a utilização de aplicativos precisa fazer parte de uma estratégia maior, e não constituir apenas uma ação isolada. “A transformação digital não é passar para o ‘online’ uma ou outra prática do ‘offline’, mas sim transformar o mindset de toda a empresa de forma a pensar e agir digitalmente. Esse é um dos principais motivos pelos quais muitas transformações digitais fracassam”, analisa Bruno.

Ele reforça a ideia de que um aplicativo não pode ser apenas uma peça de marketing. “Os aplicativos surgiram com os smartphones, que tornaram a vida muito mais dinâmica e prática. Quando pensamos nos apps que mais utilizamos, percebemos que eles só estão na nossa tela principal justamente pela praticidade e funcionalidade. Por isso, a criação de um aplicativo sempre será um boa estratégia, desde que a empresa saiba que função prática ele terá para o usuário. Qualquer objetivo estratégico diferente disso é perda de tempo e dinheiro”, comenta Bruno.

Hugo Ferreira diz que os aplicativos que têm apenas a finalidade de fomento de vendas ou comunicação tendem a ter menos aderência pelo cliente final. Esse tipo de ferramenta até pode até ter uma ‘pegada’ mais comercial, mas o foco de um app sempre precisa ser o de ‘resolver uma dor’ do usuário, de alguma maneira. “Seja oferecendo comodidade para o usuário acessar algum conteúdo, tirar dúvidas pontuais e ter acesso a materiais exclusivos ou algo do tipo. Enfim, de maneira geral, um app é essencial quando oferece alguma solução extremamente útil e de fácil acesso para o usuário”, orienta.

Sob a ótica do cliente/consumidor, o fato de uma empresa ter ou não ter um aplicativo pode fazer diferença nessa relação? Na opinião de Bruno Maranhão sim, e muito. Mas não da maneira como usualmente se pensa. Para ele, uma companhia que não tem aplicativos não necessariamente está atrasada ou perdendo espaço. Um aplicativo ruim, ou que não tenha função prática, também poderá prejudicar uma relação que eventualmente já é positiva no mundo off-line. “Se a empresa atende bem seus clientes assim, deve pensar no app como uma maneira de somar a essa experiência de compra e atendimento que já é boa – assim prevê o conceito do omnichannel. O que não se deve fazer é pensar no app como uma forma de redução de custos, sem pensar na relação com o cliente”, orienta.

Partindo para a prática

Uma vez que se decida criar um aplicativo, é preciso definir o público-alvo a ser atingido e procurar conhece-lo muito bem. “E não ter medo de testar novas ideias de forma colaborativa com esse público”, sugere Bruno Maranhão.

O tipo de conteúdo e/ou serviço a ser disponibilizado pela ferramenta depende do objetivo maior do projeto, conforme detalha Hugo Ferreira: “Se o foco for em entregar conteúdo exclusivo ao usuário, pode ser texto, vídeo, áudio, imagem, PDF… Se for mais voltado à gestão de informações advindas de uma plataforma, precisa ser extremamente focado em UX (user experience) para facilitar ao usuário o manuseio do app e conseguir extrair dele os dados que precisa”.

Um aplicativo pode ser criado internamente na companhia ou pode-se contratar uma empresa de software house para isso. “O mais comum é contratar esse serviço, por questões de custos e para se ter acesso a especialidades que normalmente não se encontra dentro das empresas”, observa Bruno.

Sobre a área da empresa que deve ser responsável ou estar envolvida na criação e/ou gerenciamento do aplicativo, não existe uma regra do tipo: apenas o TI ou apenas o marketing precisa se envolver. “É aconselhável ter alguém que entenda do paradigma de projetos digitais para conseguir entender a lógica da coisa, e até ‘traduzir’ aos mais leigos o que está sendo desenvolvido. O ideal é que quem concebe a ideia e sabe qual precisa ser o resultado esteja diretamente ligado ao projeto durante o processo de documentação e desenvolvimento”, diz Hugo. Como dito, a criação, manutenção e disponibilização de um aplicativo podem ser terceirizadas, inclusive sendo essa a forma mais comum de se criar a estrutura. Mas, se a empresa pensar em fazer o processo internamente, deve possuir tanto a estrutura de hardware, com equipes, servidores e outros softwares para manter o aplicativo sempre em funcionamento, como protege-lo de ataques cibernéticos, além de equipes de UX e marketing digital para garantir a interação com seus usuários.

Depois de desenvolvido, o app permanece em nuvem, sendo disponibilizado nas lojas de aplicativos como AppStore, para dispositivos da Apple, e Google Play, para Android.

Quanto ao custo aproximado para a criação de um aplicativo, depende do objetivo a ser atingido, das funcionalidades a serem agregadas, dos recursos consumidos externamente e das integrações, ou seja, de tudo que há por trás do app. “Existem aplicativos que podem custar entre R$ 15 mil e R$ 30 mil, como há aplicativos em que o custo pode chegar a algumas centenas de milhares de reais, ou até milhões. Com certeza um app como o Uber, por exemplo, requer um investimento muito maior do que um app integrado a um sistema de fluxo de caixa”, menciona Hugo Ferreira. Para propagar a existência de um aplicativo é recomendável tê-lo disponível nas principais lojas de aplicativos para todas as versões de sistemas operacionais e depois divulga-lo via mídias digitais e também tradicionais. Pode ser interessante criar um hotsite que explique as funcionalidades do app, contendo link para download, depoimento de clientes e tudo que possa agregar valor para o usuário sentir interesse em baixar o aplicativo. “Além disso, podem ser feitas campanhas de marketing, compra de tráfego pago (Facebook ADS e Google ADS), inbound marketing e tudo o que possa atrair público para conhecer o aplicativo”, completa Hugo.

Proximidade do usuário e possíveis resultados

Criar um aplicativo apenas para dizer que a empresa tem um app não faz sentido. É preciso trabalhar para conservar em alta o interesse do usuário pelo recurso.

Mas isso não significa que será preciso fazer um grande esforço para manter esse tipo de recurso disponível. “É muito mais inteligência do que força. Quando se trata de criar boas experiências para o usuário, o principal é conhece-lo muito bem, ser criativo e não ter medo de errar”, ensina Bruno Maranhão. A tendência é de que a manutenção do aplicativo ao longo do tempo se torne fluida e natural, mas, para isso, a empresa precisará de fato passar pelo processo de transformação digital. “Os mais importantes aplicativos no nosso celular não são de empresas que já te atendiam de forma off-line, mas sim de empresas que já nasceram online”, atesta.

Para Bruno, a importância de a empresa proprietária fazer atualizações no aplicativo ou agregar novas funcionalidades periodicamente se dará à medida em que o usuário demandar novas aplicações. “Por isso, estar perto do cliente de forma ativa e estar aberto a receber e testar novas funções é o mais importante para manter o aplicativo sempre atualizado”, complementa.

Na opinião de Hugo Ferreira, é essencial que a empresa promova atualizações ou agregue novas funcionalidades no aplicativo periodicamente:

“Assim como qualquer plataforma ou empresa, um app que não está evoluindo está morrendo. Mas não basta ‘enfeitar’ com features novas. Ele precisa gerar interação e interesse do usuário e oferecer comodidade, sempre focando em uma melhor experiência para a pessoa”.

Outra providência necessária será em relação à manutenção – no que se refere ao funcionamento prático – do aplicativo no dia a dia. “Sem dúvida, a pior coisa que pode acontecer a um usuário que tem um aplicativo na tela principal do celular é querer contar com ele e não conseguir por estar fora do ar”, lembra Bruno.

As tecnologias são atualizadas constantemente. Plugins que rodavam perfeitamente há seis meses podem ser descontinuados hoje, e precisam ser atualizados para funcionar corretamente nos aplicativos. “Existem diversos erros e bugs que acontecem ‘por baixo dos panos’ e que só é possível identificar quando se monitora o funcionamento e os relatórios que os apps geram, através das plataformas de publicação. Ou seja, acompanhar e dar suporte aos usuários é essencial para um app sobreviver no mercado, seja ele um app integrado a algum tipo de serviço ou alguma solução independente”, explica Hugo Ferreira.

E afinal, que tipo de resultado se pode esperar de um aplicativo e, por outro lado, o que não dá para exigir desse tipo de ferramenta? E o que é preciso fazer para medir o sucesso de um app?

Para Bruno Maranhão, a empresa deve esperar de um aplicativo que ele de fato seja útil para o público, pois essa é sua principal função. De acordo com ele, se o usuário está utilizando o app de forma orgânica e natural, a empresa pode se dar por satisfeita. Se essa ferramenta ajudar a reduzir custos ou gerar mais receita, isto será uma consequência. Certamente nenhum desses dois objetivos serão cumpridos se o app não estiver sendo utilizado. “O que não se pode exigir é que um app promova toda a transformação digital de um negócio”, contrapõe Bruno.

Hugo Ferreira destaca que um aplicativo nunca é o ‘ponto final’, mas sim o meio pelo qual a empresa vai entregar algum produto, seja este um produto físico ou digital, um serviço, uma forma de entretenimento ou resultados compilados de uma grande análise de dados advindos de uma base online.

Antes de iniciar um projeto digital (seja ele web ou mobile), a empresa precisa ter muito claro qual objetivo se tem com esse projeto, quais problemas precisam ser resolvidos e o que justifica o usuário baixar e utilizar o aplicativo. Assim, será possível definir algumas métricas a serem analisadas depois do app ser publicado, como taxa de download, tempo de uso, feedbacks de clientes e até faturamento, quando se tem compra dentro do app.

O executivo da Nano Incub reforça que um aplicativo não é um produto fechado, mas sim parte (que pode ser essencial ou um plus) de um todo. “Tendo isso em mente, não importa se é aplicativo mobile, sistema web, formulário impresso para o cliente preencher, fãs em uma mídia social ou visualizações em um canal de Youtube. Mede-se o sucesso de um app analisando se ele está resolvendo o problema para o qual ele foi concebido para resolver”, finaliza Hugo.

Confira a seguir alguns exemplos envolvendo cases de aplicativos mantidos por empresas e entidades relacionadas ao universo eletroeletrônico.

BE-A-BÁ da elétrica

Destinado a estudantes e profissionais das áreas elétrica, eletrônica, civil e eletromecânica, o aplicativo BE-A-BÁ da Elétrica é uma evolução do conhecido guia de bolso impresso de mesmo nome e que foi lançado pela primeira vez em 2003 pela Engerey Painéis Elétricos e pela Reymaster Materiais Elétricos.

“O objetivo de transformar o conteúdo em aplicativo foi tornar as consultas às informações do guia ainda mais práticas e adaptá-las ao conceito da era digital, onde temos quase tudo nos smartphones, na palma da mão, em qualquer momento e lugar. Assim, aproveitamos o lançamento da sexta edição do guia, que foi totalmente reestruturada, para lançar o app”, conta Fábio Amaral, diretor da Engerey e idealizador do BE-ABÁ da Elétrica.

Segundo o porta-voz, mais do que integrar uma ação de marketing, o aplicativo é uma importante forma de comunicação com os profissionais da área elétrica, pois leva até eles informações com fontes confiáveis de consulta.

Apesar do termo BE-A-BÁ remeter ao essencial, o conteúdo do guia apresenta muito mais do que o básico. Inclui conceitos de como dimensionar e instalar de maneira correta e segura os equipamentos elétricos, além de conter sínteses de normas técnicas; compilados de catálogos de fabricantes com referências de seus produtos atuais; tabelas de equivalências – tabelas de especificações; teoria básica de dispositivos; partida de motores, etc. Conta também com a ferramenta BE-A-BÁ PRO, que permite cálculos automáticos para todos os tipos de dimensionamentos. O usuário dispõe ainda de um feed de notícias que tem publicações periódicas de conteúdo técnico da atualidade. Em breve o aplicativo deverá ter novas funcionalidades.

Lançado em outubro de 2015, o aplicativo BE-A-BÁ da Elétrica já registrou 130 mil downloads em 175 países. A meta é chegar a 300 mil usuários até o final de 2019.

Amaral faz uma avaliação bastante positiva da trajetória do aplicativo até o momento. “Estamos muito satisfeitos com o desempenho técnico da ferramenta, atendendo às necessidades de grande parte dos profissionais da área. O resultado até agora supera as expectativas. Estamos presente em 175 países, com mais de 130 mil downloads. As empresas vêm conseguindo o fortalecimento da marca e vinculando nosso nome a inovações de mercado”, analisa. O feedback que a empresa tem recebido dos usuários quanto ao uso da ferramenta também é positivo, gerando muitos elogios pela inovação.

O BE-A-BÁ da Elétrica tem acesso totalmente gratuito  e roda off-line.  O app está disponível para celulares e tablets com sistemas Android e iOS.

Apoie

Lançado em 2017, o  Aplicativo APOIE  é uma iniciativa das associações  Procobre  (Instituto Brasileiro do Cobre) e Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade), em conjunto com a revista Potência.

Voltado para os eletricistas, o APOIE (Aplicativo Para Orçamentos de Instalações Elétricas) tem por objetivo auxiliar esses profissionais a realizar orçamentos para a prestação dos serviços de instalações elétricas de baixa tensão sob sua responsabilidade.

De acordo com Antonio Maschietto, consultor do Procobre, a ideia é permitir ao eletricista a realização de um orçamento de instalações elétricas de forma ordenada: “Por meio do aplicativo o eletricista pode formalizar orçamentos de maneira bastante simples, facilitando seu dia a dia no desempenho de sua atividade profissional”.

Com o aplicativo o eletricista pode criar orçamentos personalizados; definir o preço da sua mão de obra; cadastrar os dados de seus clientes; levantar as necessidades de materiais por ambiente; calcular o valor total em horas; gerar uma lista de materiais com sugestão de preço e enviar para seus clientes. A ferramenta passa por atualizações na relação de preços de produtos a cada trimestre.

“É, também, um canal de comunicação e interação com o eletricista. O profissional pode acessar notícias, vídeos e responder a pesquisas”, complementa Maschietto.

Até o momento foram feitos cerca de 10 mil downloads do aplicativo, número esse que está em crescimento. Maschietto faz uma avaliação positiva em torno da recepção que a ferramenta encontrou junto ao público-alvo: “Recebemos alguns feedbacks através da pesquisa que realizamos junto aos usuários, constatando que o aplicativo tem ajudado nas funções do dia a dia para a realização de orçamentos”.

Gratuito, o aplicativo está disponível para celular na App Store e no Google Play.

Enel São Paulo

A Enel Distribuição São Paulo é uma empresa da multinacional de energia Enel. A companhia é a maior distribuidora do país em número de clientes e atende 7,2 milhões de unidades consumidoras em 24 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, incluindo a capital.

Danusa Correa, gerente de Canais de Atendimento da Enel Distribuição São Paulo observa que a companhia busca constantemente inovações para aprimorar o atendimento ao cliente, com o objetivo de entender os diferentes perfis e oferecer soluções que facilitem o dia a dia da população.

A Enel Distribuição São Paulo entende que a tecnologia é uma ferramenta estratégica para aperfeiçoar ainda mais o atendimento ao cliente. Por isso, tem investido fortemente no processo de digitalização dos canais de relacionamento com os usuários, como o lançamento da versão light do Aplicativo Enel São Paulo, que passou de 108 para 5 megas e ampliou o número de serviços disponíveis, de 8 para 23.

O aplicativo se destina a todos os clientes da Enel Distribuição São Paulo, sejam eles residenciais, comerciais ou industriais. Por meio dessa ferramenta o usuário pode acessar serviços como consulta a débitos, segunda via de fatura, emissão de código de barras, troca de titularidade, alteração de data de vencimento da conta, solicitação de pedido de indenização e negociação de débitos. Periodicamente são revisados processos e informações disponíveis no app, com o objetivo de melhorar a experiência do cliente.

Atualmente, mais de 190 mil clientes utilizam serviços no aplicativo, mensalmente. Em seis meses, mais de 390 mil downloads foram feitos pelos clientes da distribuidora. Neste período, o principal serviço acessado foi a ‘Consulta Valores’ (2.2MM – 66%), seguido de ‘Segunda Via’ (800k – 26%) e ‘Falta de Energia’ (127k – 3,8%).

Um dos objetivos a serem atingidos com o Aplicativo Enel São Paulo é facilitar a comunicação entre cliente e empresa, estabelecendo uma forma prática e reduzindo o custo e o tempo gasto nos canais humanos. Avaliando os principais serviços do app nos últimos cinco meses na comparação com os meses anteriores ao lançamento, a companhia percebeu uma redução de aproximadamente 3% de contatos nos canais humanos (média de 16k contatos/mês).

O retorno que a empresa tem recebido dos usuários quanto ao uso da ferramenta tem sido satisfatório. “Nas avaliações, o cliente tem a percepção de que nosso aplicativo é muito leve, prático e com interface limpa. Mesmo com o nosso indicador de ANR (Application Not Responding) em 0,01% e nossa taxa de falhas abaixo de 0,16%, estamos avaliando os feedbacks negativos junto ao time de desenvolvimento para corrigir as falhas que são reportadas e as possíveis melhorias a serem implantadas”, comenta Danusa.

Para baixar gratuitamente o aplicativo o cliente deve procurá-lo na App Store ou na Play Store com o nome Enel São Paulo. O aplicativo está disponível nos sistemas Android e iOs, para aparelhos móveis como celulares e tablets.

SIL

Lançado em 2017, o aplicativo SIL foi criado para facilitar o acesso a toda a gama de conteúdo que a empresa produz para o profissional de elétrica. “Assim, a SIL consegue de maneira mais efetiva cumprir com um de seus principais objetivos, que é difundir conhecimento prestando serviço de qualidade aos profissionais que lidam diretamente com nossos produtos, não limitando o acesso à informação apenas a eventos presenciais”, diz Rodrigo Morelli, gerente de Marketing da SIL Fios e Cabos.

O app da SIL foi concebido dentro da perspectiva que acompanha a empresa desde sua fundação, que é a valorização do profissional. “Assim que os apps para smartphone viraram uma realidade ao alcance de todos, a SIL enxergou a necessidade de se posicionar nesse universo. É possível dizer que o app é uma extensão de práticas que a SIL já mantinha, que agora puderam ser refinadas e levadas a um público maior e de forma gratuita”, complementa Morelli.

Gratuito, o app está disponível na Play Store (Android) e na App Store (iOS). O aplicativo é voltado não só aos profissionais da elétrica, mas também a qualquer pessoa que queira se inteirar sobre instalações elétricas e buscar informações técnicas sobre o assunto.

Morelli destaca que o aplicativo da SIL conta com design simples e direto ao ponto. No menu inicial o usuário recebe todo o conteúdo dividido em seções. Em linhas gerais, o app apresenta ferramentas de cunho comercial (cotações, área exclusiva do cliente/ representante), outras para consulta (tabelas, simulador residencial, simulador técnico), material de marketing institucional e os cursos e palestras de EAD, além das apostilas das palestras SIL no Senai.

Em pouco menos de dois anos o app passou por 12 atualizações, tanto para renovação de conteúdo e de informações técnicas, como também para acrescentar novas funcionalidades, tais como a área exclusiva para cliente/representante e EAD.

Até o momento foram feitos mais de 10 mil downloads do aplicativo. A empresa diz que não existe uma meta quanto ao volume de usuários a serem atendidos, mas sim de qualidade nos serviços prestados. “O maior benefício e resultado que podemos esperar da ferramenta é a satisfação dos nossos clientes pela relevância do app em seus negócios. Nesse sentido, só temos recebido elogios, o que nos indica que estamos no caminho certo”, comemora Morelli.

O executivo observa que através da Play Store é possível acompanhar o feedback dos clientes, e na sua grande maioria são elogios pela facilidade e prestação de serviços em dimensionamento, cálculos, simulações e informações técnicas. “De forma geral temos atendido e superado as expectativas dos nossos clientes, tanto que recebemos nota máxima na avaliação da grande maioria dos nossos usuários. Tivemos até um fato engraçado, pois a única avaliação negativa foi de um consumidor que tinha a expectativa do nosso app ser também um simulador de pintura. A SIL produz Fios e Cabos Elétricos, mais ainda não pinta paredes”, diverte-se.

Outros aplicativos

‘Robótica ABB RA’ é o nome do aplicativo que acaba de ser lançado pela ABB, companhia líder pioneira de tecnologia para indústrias digitais. Por meio da ferramenta o interessado pode fazer uma visita virtual às instalações do Centro de Treinamento mantido pela empresa no complexo industrial de Guarulhos (SP).

A ABB informa que o Centro de Treinamento de Robótica é um espaço dedicado ao ensino prático e teórico para estudantes de engenharia e profissionais da indústria que buscam aprofundamento e capacitação em tecnologia de ponta. No local são desenvolvidas habilidades fundamentais para o desenvolvimento da indústria e da economia do País, envolvendo programação tradicional de robôs, engenharia e operações e tecnologias colaborativas de automação e digitais.

Rodrigo Bueno, gerente geral de robótica da ABB, destaca que o Centro de Treinamento da companhia é um local estratégico para a capacitação de novos profissionais para o mercado de automação e robótica. “Com esse aplicativo, esperamos que mais pessoas possam conhecê-lo, despertando o interesse pela robótica e, consequentemente, contribuindo para a nossa meta de triplicar o número de treinamentos realizados no local. Além disso, essa é mais uma inovação que permite interação das pessoas conosco”, comenta. O download do aplicativo ‘Robótica ABB RA’ é gratuito e pode ser feito nas lojas virtuais Apple e Play Store.

A Bosch é outra companhia que tem se dedicado a agregar funções de conectividade a suas soluções voltadas ao usuário final. É o caso dos equipamentos de medição, como trenas, níveis e câmeras. O uso de aplicativos aliados a essas ferramentas permite realizar a transferência de dados via Bluetooth ou USB para o computador, tablet ou smartphone e também ter acesso a outras funcionalidades. Aplicativos como Bosch Measuring Master e Bosch Levelling Remote, entre outros, podem ser baixados gratuitamente pela Apple Store ou Google Play.

Através de um aplicativo com realidade aumentada, os clientes da Hercules Motores Elétricos podem conhecer os equipamentos disponíveis no catálogo em 3D e fazer uma visita virtual 360º pela fábrica da companhia, que fica em Santa Catarina. O app está disponível para os sistemas Android e iOS. “O aplicativo permite também localizar qual o posto autorizado mais próximo e ainda fornece dicas sobre os motores e as peças. As informações são postadas quinzenalmente, e sempre que tem algo novo, o usuário recebe uma notificação, ficando sempre por dentro das novidades”, conta Maicon Muraro, responsável pela área de Marketing da empresa.

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