AES Eletropaulo anuncia Plano Verão

Entre os destaques, estão softwares que analisam as informações recebidas via Call Center, identificam o local da ocorrência, localizam e despacham a equipe mais próxima, além de acompanhar todo o processo de atendimento até a finalização.

Com o OMS (Outage Management System), a distribuidora gerencia todas as ocorrências da rede, identificando as possíveis causas de uma eventual interrupção. Estes dados são cruzados com o sistema MWM (Mobile Workforce Management), que localiza a equipe disponível mais próxima, calcula o tempo e a melhor rota para deslocamento e acompanha o serviço até a finalização de atendimento.

Em 2014, a concessionária implantará também o DMS (Distribution Management System), que simula manobras na rede, transferindo as unidades consumidoras que estão sem fornecimento para outros circuitos, para minimizar ao máximo possível o número de clientes sem energia.

Estas soluções integram o investimento que a concessionária vem fazendo em inovações tecnológicas na rede, desde 2010, e que, até o momento, já somam R$ 220 milhões. As iniciativas também incluem a modernização da Central de Operação da AES Eletropaulo, instalação de equipamentos de automação na rede e digitalização das 152 subestações da distribuidora.

“Tanto a nossa rede de distribuição, quanto a nossa Central de Operações, contam com o que há de mais moderno no setor elétrico. Tecnologia associada com força de trabalho é a chave para o atendimento ao cliente em uma área de concessão complexa como a nossa”, afirma Sidney Simonaggio, Vice-Presidente de Operações e Comercial da AES Eletropaulo.

A AES Eletropaulo disponibilizará até 3 mil eletricistas para atendimento às ocorrências durante o verão. Todo o efetivo dedicado a serviços comerciais, como construção, poda e ligações, foi treinado e está preparado para também atender emergências. Em média, cada eletricista da empresa passa por 100 horas de treinamento ao ano.

Para inovar e superar as dificuldades do verão, a distribuidora colocou em prática um projeto-piloto de ‘motoeletricistas’, que tem como principal objetivo testar uma nova forma de deslocamento e atendimento em campo. A primeira equipe já demonstrou redução de 46% no tempo médio de localização do motivo da ocorrência, em relação ao time que utiliza carro e caminhão. Entre os serviços que os ‘motoeletricistas’ realizam estão: reparos na fiação, remoção de galhos de árvores e troca de equipamentos transportáveis em veículo de pequeno porte.

Para agilizar o atendimento em situações que necessitam do envolvimento de vários órgãos, foi criado um Núcleo de Emergência Interligado, que reunirá, além da AES Eletropaulo, Corpo de Bombeiros, Prefeitura, Secretaria de Energia e CET.

Como parte do programa de expansão e para atender o crescimento da demanda de energia em sua área de concessão, a AES Eletropaulo vem investindo cerca de R$ 300 milhões em dez obras em sua área de concessão. Deste total, oito estão concluídas e duas em fase final.

A concessionária destinou R$ 80 milhões para a nova subestação Juscelino Kubitschek, que terá 12MW. Os transformadores dessa subestação e os demais equipamentos ficarão totalmente abrigados dentro de uma edificação equipada com proteção acústica para evitar ruídos. Todos os cabos de energia elétrica, de alta e média tensão, que fazem a interligação entre a nova subestação e a rede de distribuição aérea, serão subterrâneos. Já o cabeamento dos circuitos terá maior resistência ao impacto da queda de galhos de árvores.

Essa subestação será totalmente digitalizada e também terá modernos sistemas de controle e proteção, o que possibilita operar os equipamentos remotamente pela Central de Operação de Distribuição da concessionária, localizada Barueri.

O projeto será concluído em maio de 2014. Essa nova subestação terá 3.400 m2 e está localizada na Rua Antônio Joaquim de Moura com Av. Santo Amaro, no Itaim Bibi.

Outro investimento importante ocorre no chamado Complexo Jandira, que envolve as cidades de Itapevi, Jandira, Osasco e Vargem Grande Paulista, além da região Oeste de São Paulo. São três novas linhas de subtransmissão de energia, com 10 quilômetros de extensão cada, que têm capacidade de transportar um total 900MW de carga, beneficiando mais de um milhão de clientes.

O investimento neste complexo é de R$ 104 milhões. A primeira linha foi finalizada em 2012. A segunda foi concluída em outubro e energizada na segunda quinzena de novembro deste ano. A última etapa do projeto está prevista para ser concluída até julho de 2014.

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