“Saímos do status de fonte incentivada para competitiva”, avaliou a presidente da Abeeólica, ao destacar o posicionamento eólico como a segunda alternativa para geração de energia, ficando atrás somente da hidreletricidade. Atualmente o preço da médio da geração eólica está a um patamar de R$ 119, sendo que o valor para de investimento por megawatt instalado está próximo do R$ 3 milhões, praticamente a metade dos R$ 6,5 milhões de anos atrás.
Elbia ainda afirmou que a tecnologia tem se aprimorado, cada vez mais, estando o setor brasileiro no caminho para utilização das torres de 100 metros com turbinas de 3MW de potência. “Em São Paulo, por exemplo, já foram feitos testes com torres de 80 metros”, afirmou. A executiva contabiliza que o setor tenha ‘na manga’ algo em torno de 18 GW em projetos que podem ser desenvolvidos.
Líderes
Países como a China e os Estados Unidos continuam no topo do ranking eólico mundial, com capacidade instalada de aproximadamente 13GW, cada um deles. “A China cresce um Brasil por ano em eólicas”, exemplificou a representante da Abeeólica. Alemanha, India e Reino Unido, seguem atrás dos líderes mundiais.

 

Fonte: Jornal da Energia