A Magnani, de Caxias do Sul (RS), acaba de concluir mais um importante projeto, com investimento total de R$ 9,7 milhões, de eletrificação para a Viação Metrópole Paulista, uma das maiores empresas de transporte público da capital paulista. A entrega atende a um dos principais desafios para o setor de transporte: a criação de infraestrutura capaz de sustentar a expansão das frotas elétricas.
O projeto contemplou a implantação completa da infraestrutura elétrica para abastecimento da garagem da operadora, permitindo o carregamento simultâneo de até 40 ônibus elétricos, articulados ou convencionais. Foram instalados 20 pontos de recarga com potência de 180 kW cada.
Esta é a terceira operação desenvolvida pela Magnani para a Viação Metrópole Paulista, reforçando a confiança conquistada pela empresa gaúcha em um dos mercados mais estratégicos para a mobilidade elétrica no país.
Segundo o diretor Comercial da Magnani Luz e Energia, Mauro Cendron, a expansão da mobilidade elétrica exige muito mais do que a aquisição dos veículos. Ele observa que a demanda tem crescido de forma consistente em todo o país, impulsionada por metas de sustentabilidade, redução de emissões e modernização dos sistemas de transporte público.
“A eletrificação do transporte coletivo passa necessariamente pela criação de uma infraestrutura robusta, segura e eficiente. Hoje, um dos maiores desafios do setor é justamente preparar as garagens e sistemas elétricos para receber essas novas tecnologias”, destaca.
Em parceria com a WEG, que é líder na fabricação de carregadores veiculares no Brasil, a Magnani participou de todas as etapas do empreendimento, desde o desenvolvimento do projeto, aprovação junto à concessionária Enel, implantação da infraestrutura e acompanhamento dos processos de liberação junto à SPTrans.
“Os benefícios ambientais e operacionais deste tipo de transporte são amplamente reconhecidos, como a redução das emissões de CO₂, menor poluição sonora e diminuição dos custos de operação. Entretanto, a expansão da eletromobilidade depende de investimentos robustos como esse em infraestrutura energética, incluindo reforço de redes elétricas, sistemas de distribuição e estações de recarga de alta potência”, reforça Cendron.
