Aumenta a venda de placas solares por consórcio

Várias regiões do país estão sofrendo com o preço da conta de luz. Uma das alternativas para reduzir essa despesa mensal obrigatória é a instalação de placas fotovoltaicas, que geram energia a partir dos raios solares. O Consórcio Magalu, plataforma de consórcios do Magazine Luiza, registrou um aumento expressivo na venda de planos de placas fotovoltaicas, que geram energia solar. Foram mais de 1.250% de aumento nos meses de maio a setembro de 2021, em comparação ao mesmo período de 2020.  

Créditos: Shutterstock

As placas fotovoltaicas, geralmente instaladas no telhado de casas e prédios, captam a energia do sol e a transformam em eletricidade, que é enviada à rede distribuidora. O valor equivalente à energia produzida é descontado da conta de luz do consumidor, que se torna também gerador de energia. Segundo especialistas, esse “consumidor-gerador” consegue abater até 95% da despesa mensal com eletricidade. Em alguns casos, os sistemas podem ser adaptados não só para o abatimento na conta, mas também para aquecer água de chuveiros e piscinas, por exemplo.

O investimento da instalação das placas varia de acordo com a necessidade de energia do local, que pode ser uma casa, um condomínio residencial, um empreendimento comercial ou uma propriedade rural. O Consórcio Magalu oferece uma grande variedade de planos, com créditos de 10.000 a 500.000 reais, em até 240 meses. Durante os meses de julho, agosto e setembro do ano passado, os créditos mais procurados foram os de 30.000 reais.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, a instalação de sistemas de energia solar no país cresceu quase 50% no primeiro semestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado, e 80% desses novos sistemas são de clientes residenciais. “Comprar placas fotovoltaicas via consórcio é um investimento seguro e moderno, que gera economia na conta de energia para sempre”, afirma Angélica Urban, gerente Corporativa de Produtos do Consórcio Magalu. Em geral, a economia paga o investimento em três anos, enquanto as placas solares duram cerca de 25 anos e têm baixo custo de manutenção.

Além da economia financeira, as placas solares são fontes renováveis e inesgotáveis de energia, que provocam um impacto mínimo ao meio ambiente. “Fora a economia individual, produzir e consumir energia limpa é bom para o planeta, além de aumentar o suprimento de eletricidade, que está escassa por causa da seca”, diz Angélica. De acordo com a Agência Internacional de Energia, a energia solar deve se tornar a principal fonte energética do mundo até 2035.

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